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Comportamento

Arquivado em Lifestyle Publicado em
Janeiro 10, 2017

O que devemos aprender com Moana

No fim de semana passado eu fui assistir ao tão comentado Moana, filme da Disney que estreou no dia 5 e de cara já aviso: amei!

Sendo bem sincera, quando criança, eu não sonhava em ser uma princesa. Eu mal assistia aos filmes da Disney e não sabia nada além do básico de cada história. Mas em uma coisa eu sempre acreditei: não existe um príncipe num cavalo branco pra resolver magicamente todos os nossos problemas, pois ninguém mais tem o poder de fazer isso além da gente mesmo! Acho que a Disney também percebeu isso e eu tô amando ver essa mudança nos filmes!

Falando de Moana, a filha do chefe da ilha Motu Nui, tá longe de ficar apenas sentada num trono esperando os milhares de “serviçais” do castelo lhe servirem (essas coisas nem mesmo existem nesse filme). Pra mim, ela é exatamente a “princesa” que cada uma de nós pode ser, e te explico o porquê:


Moana é teimosa, não desiste do que quer, mesmo que os outros joguem um balde de água fria. Ela sabe onde quer estar e luta todos os dias por isso!

Ela não se coloca como uma princesa, como ela mesma diz no filme. E também não tem medo de colocar a mão na massa! Se empenha para se tornar uma navegadora: ignora os comentários de que não seria capaz e ignora também a primeira recusa de Maui (um semideus vaidoso) de ensiná-la, assim, tapando a boca dele que, no início, não acreditava que uma garota havia sido escolhida para essa “missão”.

Moana 1
Aliás, tá aí uma coisa que pra Moana não faz diferença: o fato de ela ser mulher não a impede de NADINHA!

Ela acredita que foi escolhida pelo oceano e, apesar de não saber ao certo o motivo, agarra a oportunidade com todas as forças! Acho que deveríamos fazer o mesmo nas nossas vidas!

Mas pra mim o mais importante é que ela não deposita a confiança do sucesso em ninguém além dela mesma. Não tem príncipe pra salvar o dia, e em determinado momento ela se vê sozinha e o que ela faz? Pega um remo e VAI PRA LUTA!

Moana
Como os diretores do filme mesmo disseram, Moana é a heroína mais feminista da Disney! E eu espero que ela seja só a primeira!

Aliás, dá play pra ouvir a música tema do filme (é tão chiclete quanto Let it go hahaha)!

  • E você, já assistiu Moana? O que achou?
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Arquivado em Lifestyle Publicado em
Agosto 4, 2016

Viajar sozinha: acho que você deveria tentar

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A foto de fundo é do Eaton Centre, um dos maiores shoppings do Canadá

Viajar é muito bom! Seja com os amigos, com o namorado, com a família… mas você já pensou em viajar sozinha?

Eu sei, a primeira vista parece meio assustador, mas garanto que não é. Me lembro quando fiz meu intercâmbio em 2013, a ideia de estar sozinha durante um mês em um país completamente estranho me assustou um pouco, mas no fim das contas posso dizer que foi uma das melhores experiências da minha vida!

Listei aqui 5 coisas que eu amei com essa ‘aventura’ (mas existem bem mais coisas haha) e espero que você também se empolgue e faça o mesmo, nem que seja uma vez na vida!

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Na escola, EC Toronto

Me obriguei a fazer amigos

Preciso admitir que não sou a pessoa mais sociável do universo e uma das minhas maiores preocupações era ficar sozinha durante os trinta dias. Mas isso é praticamente impossível! Logo no primeiro dia, a outra intercambista que estava na mesma casa que eu já me levou para conhecer uma parte da cidade e no primeiro dia de aula, antes dos portões da escola abrirem eu já era praticamente best friend forever de uma japonesa. No decorrer dos dias, praticamente ganhei uma família, com amigos de várias partes do mundo, com quem tenho contato até hoje. 

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Boer War Memorial em Montreal

Fiz meu tempo e minhas vontades

Enquanto estava lá eu simplesmente fiz o que me deu vontade. Se eu queria passar 3 horas comendo Donuts no Tim Hortons tudo bem, se eu queria passar a tarde no museu de sapatos tudo bem também. Claro, boa parte do tempo passei com meus novos amigos rs, mas não tinha aquela obrigação de fazer sempre tudo junto. 

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Mil Ilhas, divisa entre Canadá e EUA

Autoconhecimento

Tá aí uma das coisas mais valiosas que ‘ganhei’ durante a viagem. Durante esses dias inconscientemente prestei mais atenção em mim e fui percebendo quais coisas me agradam e quais não curto tanto assim. Saí do modo automático e comecei a prestar atenção no porquê fazia certas coisas e qual o sentimento que aquilo me trazia.

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Crianças fofas em Montreal 😀

Confiança

Eu sou uma pessoa medrosa, essa é a realidade. Sempre morei em uma cidade relativamente pequena (aproximadamente 106 mil habitantes), mal andava sozinha e nunca tinha visto um metrô na vida, imaginem! Eu tinha que ‘me virar’. Descobrir caminhos, pedir informações, atravessar a cidade e lidar com as pessoas. Quando voltei, não me senti mais intimidada por certos comportamentos ou hierarquias e me tornei mais independente (antes, quando eu ia imaginar ‘desbravar’ São Paulo sozinha?). Me senti muito mais confiante em correr atrás dos meus objetivos e em dizer não para o que eu simplesmente não estava com vontade.

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Ônibus turístico de Toronto

Não me senti uma turista

Passei a observar mais e consequentemente absorvi mais da cultura local. Prestava atenção nas pessoas, nos costumes, nas roupas, nos lugares que frequentavam…e acabei pegando um pouco desses hábitos. Um exemplo clássico é que sempre antes da aula passava na lanchonete perto da escola pra comprar um cappuccino e ia tomando durante o caminho (ou até mesmo na aula), me sentindo como se estivesse num filme gringo!

Bem, aqui eu contei minha experiência com o intercâmbio, mas dá pra começar a ser feliz sozinha aí na sua cidade mesmo!

Que tal ir tomar um café e aproveitar sua própria companhia? Como minha mãe dizia, você não nasceu amarrada com ninguém! Haha

Alguém aí já teve essa experiência de viajar sozinha? Aproveita os comentários pra me contar o que achou!

Falando nisso, você já viu a TAG Meu Intercâmbio, onde falo um pouquinho sobre o mês que passei no Canadá?

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Arquivado em Lifestyle Publicado em
Novembro 15, 2015

Doar água para Minas ou orar por Paris? Na dúvida, fique com os dois!

Esse fim de semana minhas redes sociais foram tomadas pelas fotos e pedidos do tipo “pray for Paris” em homenagem às vítimas dos atentados de Paris. Até aí ok. 

Mas de repente apareceu um povo chato sem noção criticando tal atitude, já que recentemente passamos por uma tragédia aqui no Brasil, que está em estado de calamidade pública. Esses falsos moralistas reclamavam do quanto o Brasileiro é “paga pau” de gringo e não se importa com o que acontece em casa.


Gente, pelo amor, uma vida é uma vida independente de onde esteja! Não estamos falando de futebol onde você escolhe se torce pela França ou pelo Brasil. Dá pra torcer pelos dois, querer que as pessoas dos dois lugares estejam bem e fora de perigo. 

O bem não é algo que exige exclusividade para ser praticado. Uma tragédia não anula a outra, uma oração não anula a outra e um ato de bondade também não anula o outro!

Por favor, o mundo não precisa de mais ódio e nem de dedos apontados, então apenas parem!

Em tempo: no site riodoce.help há mais informações de como ajudar as vítimas de MG.
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Arquivado em Carreira, Lifestyle Publicado em
Outubro 22, 2015

Na vida profissional, não seja uma Joelma!

Não importa se você é do rock, da MPB, do funk ou do pagode, mas se você passou os últimos meses no Brasil deve ter ouvido falar dos barracos envolvendo a banda Calypso, mais precisamente do divórcio de Joelma e Chimbinha.
Mas eu não to aqui pra discutir o que levou à separação, até porque o foco desse blog nunca foi a banda da Pará haha, estou aqui pra te dar um conselho, o mesmo do título: não seja como a Joelma no seu ambiente de trabalho.

Joelma trabalhava com o marido e eu entendo que não deve ser fácil trabalhar com familiares. É preciso um nível elevadíssimo de bom senso que, apesar de difícil, é fundamental!
A cantora/dançarina/jogadora de cabelo colocou os fãs contra o ex marido, se recusou a fazer shows e usou a situação para se colocar no lugar de vítima, na tentativa de conseguir o apoio das pessoas. Mas na realidade o que faltou pra Joelma é uma regra simples: trabalho e pessoal não devem se misturar! 
Com essa atitude ela não só se prejudicou, mas prejudicou os demais profissionais, seja o Chimbinha ou os demais integrantes da equipe, afinal, a banda Calypso é uma empresa. Ainda seguindo com esse pensamento, ela não se preocupou com os clientes, no caso os fãs, que pagaram para ver o show e não a falta de maturidade. Roupa suja se lava em casa, minha mãe já dizia!
O que podemos tirar de tudo isso? 
Tá indo trabalhar? Deixe seus problemas pessoais na portaria da empresa e o contrário vale também!
Tá pensando em trabalhar com um familiar ou amigo? Avalie honestamente se você consegue lidar com isso sem interferir na relação pessoal de vocês. Isso é ainda mais complicado quando há hierarquia envolvida. Na dúvida, vale conversar com a outra parte para chegarem a um acordo caso a parceria não dê certo, diminuindo a dor de cabeça depois.
Boa sorte!
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Arquivado em Moda Publicado em
Outubro 18, 2015

As diferenças entre a SPFW e a NYFW

Hoje começa a SPFW e eu mal posso esperar pra saber o que veremos nas lojas no inverno 2016!

Como homenagem, o site Stylight criou imagens divertidas comparando a nossa semana de moda com a de Nova York, olha só:

 



Muito legal né?
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