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Séries

Arquivado em Carreira Publicado em
22 Agosto, 2017

4 Erros da série Girlboss que você não deve cometer

Quando foi anunciada, a série Girlboss, da Netflix, foi bastante aguardada. Não é pra menos, afinal, a história de Sophia Amoruso, fundadora do site Nasty Gal é bem inspiradora!

Porém, o sucesso não foi o esperado e a série foi cancelada logo na primeira temporada. Não é pra menos: apresentou uma protagonista chata (pra não dizer irritante, arrogante e zero carismática).

Apesar da decepção, dá pra tirar 4 lições bem valiosas do que não fazer no trabalho:

1. Achar que pode construir um império sozinha

Você pode até ter uma ideia visionária e acreditar no sucesso dela, mas você vai precisar de ajuda. No início pode ser que sua família ou amigos sejam responsáveis por esse apoio até que você tenha uma equipe contratada. De qualquer forma, é importante respeitar e confiar no trabalho dos outros. Saber delegar é um dos segredos dos grandes líderes. Coisa que a Sophia da série demorou pra perceber, por se achar superior e capaz de tomar conta de tudo.

2. Se achar no direito de desrespeitar as pessoas

Seus fornecedores, clientes, equipe e até mesmo seus concorrentes são importantes. Não importa se o seu negócio está superando as expectativas, nada justifica desrespeitar alguém. Para as pessoas não importa se você fatura 100 reais ou um milhão por ano, gentileza não tem nada a ver com o contracheque.

3. Ignorar a pesquisa de mercado

São seus clientes que definem o que querem. Na história, Sophia tentou emplacar um lote de produtos que ela achou incrível, mas não rolou. É preciso estar atenta às escolhas e necessidades de quem te procura, assim o risco de ficar com algo encalhado e assumir um prejuízo é menor.

4. Achar que seu negócio não é um negócio

Por mais que tenha começado com um hobby, se a intenção é sobreviver com isso, é preciso virar a chavinha e encarar seu projeto como um negócio. E isso inclui toda a burocracia envolvida: planejamento, controle financeiro, e etc. Amar o que faz é ótimo, mas amor sozinho não paga as contas né?!

E você, assistiu a série? Que outras dicas do que fazer (ou não fazer) você identificou?

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Arquivado em Lifestyle Publicado em
12 Agosto, 2017

Se você ainda não assistiu Anne with an E, por favor, assista!

Eu já tinha visto Anne with an E nas sugestões da Netflix, mas não tinha dado muita bola, até que minha mãe assistiu e fez propaganda. Mesmo desconfiada (meu gosto pra séries e filmes não tem nada a ver com o da minha mãe haha) resolvi dar uma chance. AINDA BEM!

A série se passa na Ilha do Príncipe Eduardo, no Canadá, no final do século 19 e foi inspirada no livro Anne of Green Gables (aqui também é conhecido como Anne Shirley).

A história começa quando um casal de irmãos decide adotar um menino para ajudá-los com as tarefas da fazenda, já que estão ficando mais velhos. Porém, devido a um erro, o orfanato envia uma menina no lugar: Anne.

Anne tem 13 anos e perdeu os pais quando ainda era um bebê. Durante a infância sofreu diversos traumas e nunca teve um lar de verdade. Apesar disso, é tagarela, sonhadora, bastante esperta e tem uma imaginação fértil!

Trailer

Logo no início a série já nos prende diante do impasse dos irmãos Matthew e Marilla Cuthbert decidindo se ficarão com a menina ou a devolverão para o orfanato. Não são necessários mais que 10 minutos para se envolver com a história!

A série traz outros temas complexos como bullying, feminismo, diferenças sociais, entre outros tabus para a época (e para os dias atuais!) de uma maneira extremamente leve. Há momentos bem dramáticos, que eu aconselho deixar os lencinhos preparados, mas há também momentos bem divertidos, já que Anne é especialista em arrumar confusão. É impossível não se apaixonar pelo carisma de Amybeth McNulty, a atriz que interpreta Anne.

Além disso, a série é visualmente linda, cheia de paisagens incríveis. A abertura é um espetáculo a parte, bem lúdica, olha só:

São 7 episódios, o primeiro tem 1h30 e o restante tem aproximadamente 44 minutos de duração. O último episódio deixou algumas pontas soltas, que devem ser resolvidas na 2ª temporada, que já foi confirmada e deve estrear em 2018.

E você, já assistiu Anne with an E? Me conta aí nos comentários se gostou tanto quanto eu!

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Arquivado em Lifestyle Publicado em
6 Fevereiro, 2016

Carnaval sem folia: 3 livros, 2 séries e 1 filme para aproveitar o feriado

Sei que tem muita gente que não faz a linha rainha de bateria de escola de samba e aproveita o feriadão para curtir uma preguiça. Pensando nisso, reuni dicas de livros, séries e filme pra te ajudar nessa missão, olha só:
 

O Teorema Katherine: resumidamente, após uma desilusão amorosa, dois amigos decidem fazer uma viagem de carro e é aí que a aventura começa. É um livro divertido, para descontrair e esquecer um pouquinho do estresse de cada dia. Contei aqui mais detalhes sobre a história.

Extraordinário: É bem provável que você já tenha ouvido falar desse livro, mas se ainda não leu, dê uma chance! É um livro leve para tratar um tema bem pesado: preconceito. A linguagem é fácil e a leitura flui bem, quando percebe já terminou de ler! Aqui tem uma resenha onde conto um pouquinho mais sobre o livro.

E Não Sobrou Nenhum: Se você curte um suspense, não deixe de ler essa história escrita por Agatha Christie. 10 pessoas desconhecidas são atraídas para uma ilha e aos poucos começam a desaparecer. Todos são culpados e todos são vítimas até que se prove o contrário! É impossível parar de ler! A sinopse mais detalhada tá aqui.


 

Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy, a protagonista da série, passou 15 anos presa em um cativeiro, sem acesso a informação, tecnologias e afins, mas isso não é uma série dramática e sim uma comédia! Os episódios mostram a moça começando sua vida em New York nos tempos atuais, dá pra imaginar? Falei mais dos personagens aqui.


Jessica Jones: Outra série protagonizada por uma mulher, mas bem mais sombria! Jessica está longe se ser uma heroína padrão: não usa máscara, não tem uma identidade secreta e é alcoólatra. Vive uma vida sem glamour e trabalha como detetive particular, utilizando métodos específicos (a.k.a seus poderes). Se por um lado Jessica é destemida, nada a torna mais vulnerável do que o vilão Killgrave. A primeira temporada tem 13 episódios, dá pra assistir todos! E o Netflix já confirmou a segunda temporada!


 

Um Senhor Estagiário: Tem Anne Hathaway e Robert de Niro como protagonistas, tá bom pra você? Jules (Anne) é um jovem e bem sucedida empresária, criadora de um e-commerce de moda. Já Ben (Robert) é um viúvo de 70 anos, que vive uma vida monótona. O caminho dos dois se cruza quando a empresa de Jules resolve criar um programa para estagiários idosos, com o objetivo de recolocá-los no mercado de trabalho. Acontece que Jules é bem reservada e mostra uma certa resistência a isso, mas aos poucos Ben vai conquistando a confiança da moça e eles se tornam ótimos amigos. Tenho apenas uma ressalva a fazer: o final deveria ser melhor aproveitado, mas fazer o que…mesmo assim ainda vale a pena assistir!

Ufa! Não dá pra dizer que depois dessas dicas o feriado em casa vai ser um tédio! 
 
Não deixem de me contar o que acharam das seleções, ok? Boa não folia pra vocês! Haha
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3 Novembro, 2015

Séries que tô obcecada: Arrow e The Flash

Eu não resisto a um super herói! Haha. Depois da 1ª temporada do Demolidor, fiquei órfã de uma série que me prendesse, até que li a sinopse de Arrow e me convenci. Depois disso me apeguei ao The Flash!
 

Começando por Arrow, o seriado é baseado no Arqueiro Verde da DC Comics e conta a história de Oliver Queen, um milionário que passou 5 anos em uma ilha “deserta” depois de um naufrágio e volta pra casa com uma missão: salvar a cidade!
Nos EUA, a 4ª temporada começou a ser exibida esse mês e até agora tá bem incrível! Pra tentar te convencer, separei 5 motivos pra assistir Arrow, olha aí:


1. A temporada tem começo e fim. Explico: cada temporada tem um assunto central e esse assunto é resolvido no final da temporada, ou seja, não é preciso esperar até o décimo ano da série pra saber quem é o grande vilão. Eu sou super desesperada ansiosa, então amo isso!
2. A mocinha não é estereotipada. Felicity (a tal ‘mocinha’) é nerd, não faz o tipo comercial de cerveja e poderia ser qualquer uma de nós, simples assim (exceto pela parte de ser uma expert em sistemas)!


3. Oliver não faz a linha bom moço (mas não é mau). Veja bem, ele é um herói, mas não é aquele cara certinho, tipo Superman (tenho preguiça do Superman!). Ele é bem humano (não só por não ter poderes especiais haha), tem angústias, medos, crises e também erra!


4. As reviravoltas. Fui pega de surpresa várias vezes! Nem sempre o que parece é.


5. Se os outros 4 motivos não te convenceram, o quinto motivo é esse ó:


Já correu pro Netflix né? Haha

A outra série que ganhou meu coração também é da DC: The Flash! Como o nome diz, a série é baseada no herói velocista (ou no homem vivo mais rápido, como ele mesmo se intitula) e está na 2ª temporada. Também separei 5 motivos pra você se render:


1. Tem crossover com Arrow! Eu AMO quando os personagens das duas séries se encontram!


2. É mais leve que Arrow, menos sombria. Da vontade de ver a temporada inteira de uma vez!


3. Barry Allen. A verdadeira identidade do herói é cativante (palavra de vó, mas não achei sinônimo haha). É tímido, sofre por um amor não correspondido (não é spoiler, juro!) e tem um quê nerd. No início, muitos criticaram a escolha de Grant Gustin para o papel, mas admito que ele já ganhou meu coração haha.


4. As referências. Olha, não sei bem se isso se encaixa como um motivo. Mas a série tem várias referências atuais e cita coisas tipo Breaking Bad, The Walking Dead, Friends…tão antenados! Ah e a nível de curiosidade, o ator que interpreta o pai do Barry deu vida ao The Flash na TV nos anos 90.


5. Os vilões carismáticos. Cheio de meta-humanos, os vilões tem poderes dos mais variados tipos, mas meu preferido é o Capitão Frio, interpretado por Wentworth Miller, conhecido por Prison Break.


No Netflix tem as 3 primeiras temporadas de Arrow e a primeira do Flash. Como já estou junto com a exibição americana, baixo os episódios nesse site, que disponibiliza a versão legendada um dia depois da exibição.

Quem mais curte série de heróis? Aceito sugestões (destes e de outros temas haha).

Beijos.
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22 Agosto, 2015

Série: Unbreakable Kimmy Schmidt | BEDA

Esses dias eu tava aqui de bobeira e resolvi começar uma série nova. Mas eu queria algo sem compromisso, algo leve e divertido, sabe? Abri o Netflix e ele me indicou Unbreakable Kimmy Schmidt, série do próprio Netflix que está na primeira temporada.

Como eu já tinha ouvido coisas positivas a respeito da série resolvi dar uma chance e…amei!

De início, a história pode parecer um pouco polêmica, já que faz referência a uma história real: Kimmy e outras garotas passaram 15 anos sendo mantidas em cárcere por um reverendo, que alegava estar protegendo-as do apocalipse (sim, uma história semelhante a essa aconteceu nos Estados Unidos de verdade!), mas o foco da série é a comédia, com pitadas de críticas à sociedade, do jeito que Tina Fey (criadora da série) sabe fazer – e bem!
Logo no primeiro episódio as garotas são resgatadas e Kimmy decide começar sua nova vida em Nova York.


Acontece que Kimmy passou mais de uma década longe da civilização, ou seja, está completamente desinformada quando o assunto é moda, música, tecnologia… Então imagine uma mulher, aos 29 anos encarando Nova York sozinha e com uma boa dose de ingenuidade! O figurino é bastante colorido e as referências dos anos 90 e 2000 estão sempre presentes, você vai se identificar, admita!


No decorrer dos episódios, a moça se torna amiga de Titus, com quem divide o apartamento. Titus é gay, negro e sonha em ser cantor na Broadway. O que não falta aqui são as sátiras contra o racismo e homofobia, mas sempre de um jeito divertido. Alguns membros do ‘politicamente corretos’ levantaram a bandeira de que poderia soar ofensivo, mas Tituss Burgess (intérprete do Titus) fez a seguinte declaração: “Isso é ridículo. Ela mexe conosco e nos faz tirar sarro de nós mesmos. Da mesma forma que ‘South Park’ faz um trabalho brilhante de tirar sarro de todo mundo e ninguém é vítima, isso é exatamente o que a série faz” e eu concordo com ele.


Outra personagem marcante é Jacqueline Voorhees, patroa de Kimmy, uma ricaça que abandonou as origens (e família) ao ir para a cidade.


Unbreakable Kimmy Schmidt é uma série feminista, mas ainda sim realista. Kimmy é poderosa, mas não está livre de cometer erros, é otimista, mas as vezes enfrenta uma vibe negativa, resumindo, ela poderia ser qualquer uma de nós!

A primeira temporada tem 13 episódios, de 20 minutos cada e está toda disponível no Netflix. Dá pra fazer uma maratona e terminar no mesmo dia!

Alguém aí já assistiu a série? Já to ansiosa para a segunda temporada!


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