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Viagem

Arquivado em Lifestyle, Vídeos Publicado em
25 Janeiro, 2017

Dicas MUITO ÚTEIS para arrumar as malas | Vídeo

Eu nunca conheci alguém que ame fazer as malas. Pra muitos, aliás, essa é a pior parte da viagem! Haha

Mas com essas dicas isso vai ficar muito mais fácil, além de diminuir drasticamente a chance de errar! Tem coisa pior do que você levar uma mala de uma tonelada e trazer tudo de volta, sem usar? Ou pior ainda: estar no meio da viagem e perceber que não tem nada para vestir? Ou passar calor quando só levou roupa de frio…enfim! Para evitar essas e outras situações, dá play no vídeo aqui embaixo:

E se você ainda não é inscrito no canal, clica aqui e resolve isso já! Assim você fica por dentro de todas as novidades que rolam no Youtube! E olha que comecei esse ano com uma vibe muito ~youtuber hahaha.

  • Agora quero saber: quais os hacks de vocês na hora de fazer as malas? Conta tudo aí nos comentários!
Escrito por /
Arquivado em Lifestyle Publicado em
11 Janeiro, 2017

Como evitar imprevistos na viagem | Tema do mês

Suas tão sonhadas férias chegaram e com ela veio aquele passeio incrível que você tava esperando faz tempo! Você não quer que algo dê errado né? Então é melhor ficar de olho nessas dicas pra evitar imprevistos na viagem:

Coloque identificação na mala

Antes eu achava que isso era uma frescurinha, só pra deixar a mala mais bonita, mas não é! Aposte nas tags com seus dados pessoais (por dentro e por fora da mala) e, caso sua mala seja do tipo comum (a.k.a preta), decore-a com fitas coloridas, patches ou com o que a imaginação mandar! O importante é que ela seja facilmente diferenciada de outras malas, assim não há risco de pegarem sua mala por engano. Já imaginou a situação?

Leve cópias dos documentos

Durante meu intercâmbio no Canadá, o pessoal da escola me orientou a tirar uma cópia do passaporte e carregá-la ao invés do documento original, pra não correr o risco de perder e ter uma baita dor de cabeça. Aproveite também para escanear seus documentos e enviá-los no seu e-mail, assim eles podem ser acessados de qualquer lugar em caso de uma emergência. Há quem prefira tirar cópias autenticadas, mas aí é você quem decide! Ah, só fique de olho nos passeios que irá fazer, pois alguns lugares não aceitam cópias tá? Mas se você vai apenas dar uma volta e curtir a cidade, a cópia é a melhor opção!

Faça um seguro viagem

Antes do intercâmbio eu achava esse item totalmente dispensável, mas agora faço questão de contratar um seguro, especialmente se vou sair do país (o que não acontece com frequencia, infelizmente kkkkk). Deixa eu te contar minha história pra ver se te convenço: era meu último dia de viagem, eu estava pronta para ir ao aeroporto pra voltar pra casa, quando tive uma crise alérgica e precisei ir às pressas para o hospital.

De cara, só por eu não ser canadense, havia uma taxa de 600 dólares (só por eu ter entrado no hospital, doído né?), fora o custo dos demais procedimentos. Não lembro o valor certo, mas passou dos mil dólares. O seguro que paguei custou bem menos do que isso e eles arcaram com esses gastos. Eu, sinceramente, espero que ninguém precise usá-lo, mas é melhor prevenir do que remediar!

Tudo que a gente quer na viagem é comer um dog baratinho sem preocupação (inclusive com a foto que não te favorece em nada haha).

Leve sua própria mini farmácia

Gente, eu juro que não to querendo que você tenha uma dor de barriga no meio da viagem! Hahaha Mas doença não escolhe hora né? Leve os remédios básicos, para dor de cabeça, cólica e sal de frutas, por exemplo. Ninguém merece sair no meio da noite procurar uma farmácia. Se a viagem for internacional, fica ainda mais difícil entender os rótulos/bulas dos remédios. Melhor não arriscar, né?!

Anote TODOS os telefones de emergência

Sério, anote todos os telefones que você pode precisar, incluindo a família e o consulado. E não marque bobeira de deixar tudo anotado no celular, pois caso você o perca (ou seja assaltado), não irá adiantar de nada! Leve uma cópia impressa!

É uma emergência: preciso de mais chocolates!

Não ande com muito dinheiro vivo e não guarde em um lugar só

Se os cuidados que falei antes eram pré viagem, esse aqui é para o tempo todo (vale até pro dia a dia)! Não precisa carregar todo o seu dinheiro pra cima e para baixo, leve apenas a quantia que acha que será necessária. Também divida o valor nos bolsos, carteira, bolsa e afins. Nessas horas o cartão acaba passando mais segurança, pois se perdê-lo é só bloquear. Mas se ainda sim você não quiser levar seu cartão pessoal, há várias opções pré pagas, onde você deposita um saldo no cartão e pode usá-lo como se fosse um cartão de débito.

Prefira bolsas coladas ao corpo e difíceis de abrir

Pra viajar eu gosto dos modelos transversais que deixam as mãos livres, mas permitem ser colocadas pra frente do corpo, diferente das mochilas. Ah e evite deixar celulares e carteiras nos bolsos externos, pois se eles facilitam o acesso pra você, também facilita para os ladrões! Ultimamente tenho amado os modelos de bolsa do tipo saco e sempre levo essa que comprei há mil anos no Aliexpress. Acreditam que só agora ela começou a estragar?

Não faça como eu, guarde o celular num local seguro!

 Eu sei que é chato imaginar que alguma coisa pode dar errado na nossa viagem, mas se planejando direitinho e tomando alguns cuidados, fica mais fácil curtir depois, sem se preocupar!

Ah, pra ver minhas fotos de passeios e viagens, é só me seguir no instagram e dar uma olhada na #HelenPorAí.

  • Agora me contem: quais cuidados vocês tomam antes de viajar para evitar imprevistos? 

Aproveitem as férias e tenham uma ótima viagem!

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Arquivado em Lifestyle Publicado em
4 Agosto, 2016

Viajar sozinha: acho que você deveria tentar

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A foto de fundo é do Eaton Centre, um dos maiores shoppings do Canadá

Viajar é muito bom! Seja com os amigos, com o namorado, com a família… mas você já pensou em viajar sozinha?

Eu sei, a primeira vista parece meio assustador, mas garanto que não é. Me lembro quando fiz meu intercâmbio em 2013, a ideia de estar sozinha durante um mês em um país completamente estranho me assustou um pouco, mas no fim das contas posso dizer que foi uma das melhores experiências da minha vida!

Listei aqui 5 coisas que eu amei com essa ‘aventura’ (mas existem bem mais coisas haha) e espero que você também se empolgue e faça o mesmo, nem que seja uma vez na vida!

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Na escola, EC Toronto

Me obriguei a fazer amigos

Preciso admitir que não sou a pessoa mais sociável do universo e uma das minhas maiores preocupações era ficar sozinha durante os trinta dias. Mas isso é praticamente impossível! Logo no primeiro dia, a outra intercambista que estava na mesma casa que eu já me levou para conhecer uma parte da cidade e no primeiro dia de aula, antes dos portões da escola abrirem eu já era praticamente best friend forever de uma japonesa. No decorrer dos dias, praticamente ganhei uma família, com amigos de várias partes do mundo, com quem tenho contato até hoje. 

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Boer War Memorial em Montreal

Fiz meu tempo e minhas vontades

Enquanto estava lá eu simplesmente fiz o que me deu vontade. Se eu queria passar 3 horas comendo Donuts no Tim Hortons tudo bem, se eu queria passar a tarde no museu de sapatos tudo bem também. Claro, boa parte do tempo passei com meus novos amigos rs, mas não tinha aquela obrigação de fazer sempre tudo junto. 

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Mil Ilhas, divisa entre Canadá e EUA

Autoconhecimento

Tá aí uma das coisas mais valiosas que ‘ganhei’ durante a viagem. Durante esses dias inconscientemente prestei mais atenção em mim e fui percebendo quais coisas me agradam e quais não curto tanto assim. Saí do modo automático e comecei a prestar atenção no porquê fazia certas coisas e qual o sentimento que aquilo me trazia.

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Crianças fofas em Montreal 😀

Confiança

Eu sou uma pessoa medrosa, essa é a realidade. Sempre morei em uma cidade relativamente pequena (aproximadamente 106 mil habitantes), mal andava sozinha e nunca tinha visto um metrô na vida, imaginem! Eu tinha que ‘me virar’. Descobrir caminhos, pedir informações, atravessar a cidade e lidar com as pessoas. Quando voltei, não me senti mais intimidada por certos comportamentos ou hierarquias e me tornei mais independente (antes, quando eu ia imaginar ‘desbravar’ São Paulo sozinha?). Me senti muito mais confiante em correr atrás dos meus objetivos e em dizer não para o que eu simplesmente não estava com vontade.

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Ônibus turístico de Toronto

Não me senti uma turista

Passei a observar mais e consequentemente absorvi mais da cultura local. Prestava atenção nas pessoas, nos costumes, nas roupas, nos lugares que frequentavam…e acabei pegando um pouco desses hábitos. Um exemplo clássico é que sempre antes da aula passava na lanchonete perto da escola pra comprar um cappuccino e ia tomando durante o caminho (ou até mesmo na aula), me sentindo como se estivesse num filme gringo!

Bem, aqui eu contei minha experiência com o intercâmbio, mas dá pra começar a ser feliz sozinha aí na sua cidade mesmo!

Que tal ir tomar um café e aproveitar sua própria companhia? Como minha mãe dizia, você não nasceu amarrada com ninguém! Haha

Alguém aí já teve essa experiência de viajar sozinha? Aproveita os comentários pra me contar o que achou!

Falando nisso, você já viu a TAG Meu Intercâmbio, onde falo um pouquinho sobre o mês que passei no Canadá?

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Arquivado em Vídeos Publicado em
12 Fevereiro, 2016

TAG Meu Intercâmbio | Vídeo

Mais uma sexta, mais um vídeo, dessa vez falando sobre meu intercâmbio no Canadá!

Ainda não se inscreveu no canal? É bem fácil, só clicar aqui, assim você fica sabendo das novidades em primeira mão!
 
Agora é só dar o play! 😀
Perguntas:
 
  1. Em qual país você morou?
  2. Qual estado e cidade você ficou?
  3. Você foi sozinha?
  4. Com quantos anos fez seu intercâmbio? E em que ano?
  5. Você sabia a língua do país?
  6. Quanto tempo durou seu intercâmbio?
  7. Você sentiu falta da sua família?
  8. Qual tipo de viagem você fez? Estudar, trabalhar ou ambos?
  9. Você ficou em casa de família ou morava sozinha?
  10. Qual foi a impressão que você teve assim que chegou?
  11. Como era a sua rotina?
  12. O que foi mais difícil pra você se adaptar?
  13. Qual comida que você experimentou e menos gostou? E a que mais gostou?
  14. Você sentia falta da comida brasileira?
  15. Você passou por algum momento de desespero?
  16. Você pagou algum mico?
  17. Qual a experiência mais louca que você vivenciou?
  18. Você aproveitou para fazer muitas compras?
  19. Você faria intercâmbio novamente?
  20. Pretende morar lá?
Me conta o que achou!
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Arquivado em Lifestyle Publicado em
9 Outubro, 2015

Minha viagem ao Uruguai – Passeios, curiosidades e dicas

Como já contei aqui, passei alguns dias com o boy no Uruguai, e resolvi compartilhar com vocês um pouquinho dessa experiência, devidamente ilustrada com as fotos que tirei durante a viagem, vem ver:

O nosso hotel ficava a duas ruas da principal avenida (18 de julio) de Montevideo, pertinho da Plaza Independencia, onde fica o monumento em homenagem a José Artigas, um herói nacional. Há também um mausoléu subterrâneo onde estão os restos mortais do militar e um pouco mais sobre sua história.
Na mesma região está o Teatro Solis, inaugurado em 1856!
No fim da 18 de julio está o portal da Cidade Velha. Nessa parte da cidade há ruas exclusiva para pedestres, muitas lojas e vendedores com suas barraquinhas.
O Uruguai é um país pequeno, então foi possível conhecer Punta del Este. Infelizmente por conta do frio e da baixa temporada a cidade estava morta, com muitos comércios fechados. Nesse dia pegamos chuva e foi quase impossível tirar uma foto decente de La Mano (alguns chamam de Los Dedos, ou Hombre emergiendo a la vida).

No caminho passamos pela Casapueblo, antiga casa de verão do artista Carlos Páez Vilaró, que hoje abriga um hotel, um museu e uma galeria de arte.


Por alguns minutos me senti em Santorini, na Grécia. O lugar é enorme, porém os visitantes tem acesso apenas a uma pequena parte. Pra mim esse foi um dos lugares mais diferentes e bonitos da viagem. Não há muito o que se fazer lá (dá pra comprar obras do artista ou até mesmo tomar um café), mas a vista é muito bonita!

No outro dia fomos para Colonia del Sacramento, uma cidadezinha colonial que muitos comparam a Paraty no Rio de Janeiro. 

Por ser um lugar bem turístico, há vários restaurantes. Nesse aí de cima haviam carros antigos que serviam de mesa para os clientes!
Pra matar a fome escolhemos um Chivito no prato, comida tradicional do país. Me lembrou o nosso X-Tudo haha. Tava bem gostoso!
Aliás, comida é uma coisa que não posso reclamar de lá. Esse print do Snapchat (me segue lá, é helen.neves) ilustra o que foi meu café da manhã na maioria dos dias. Depois disso eu pegava uma tacinha de salada de frutas pra aliviar meu psicológico haha.
Comi batata frita TODOS os dias!
Pra quem gosta de carne (quem não come vai sofrer um pouquinho lá, já que o país é famoso justamente por isso) não pode deixar de ir ao Mercado del Puerto. O lugar tem várias opções de restaurantes que não são tão baratos assim, mas que valem a pena. Ah, no Uruguai compensa pagar restaurante com o cartão de crédito, já que eles descontam 18% referente ao imposto IVA. Mesmo tendo que pagar o IOF, o percentual ainda compensa!
Além da batata frita, outra coisa que consumi (não achei outra palavra menos séria haha), foi a Mirinda (aka Sukita). É engraçado ver coisas que conhecemos com outros nomes, como o Trident, que lá é Beldent.

No último dia fizemos um passeio pra quem gosta de futebol: fomos conhecer o Estádio Centenário, onde foi realizada a primeira copa do mundo, em 1930 (percebam que dei várias aulas de história nesse post kkk).

No mesmo lugar tem o museu do futebol, que tem desde a taça da primeira copa (que o Uruguai, coincidentemente, ganhou), até a camiseta autografada pelo Pelé e as chuteiras do Loco Abreu (forcei a amizade?).
Agora, pra quem tá pensando em visitar o país, aí vão algumas curiosidades/dicas:

Um real vale aproximadamente 7 pesos, mas não sei iluda, apesar da cotação parecer favorável, o Uruguai é um país caro. Em qualquer lanchonete uma Coca Cola Ks (290ml) não sai por menos de 80 pesos, ou seja, mais de 11 reais!

Pra trocar dinheiro é bem fácil, na avenida 18 de julio há várias casas de câmbio, as vezes com uma pequena variação da taxa, vale dar uma pesquisada de qual vale mais a pena.

É completamente normal encontrar pessoas (velhas e novas) nas ruas tomando mate. Inclusive muitas lojas vendem bolsas próprias para carregar a garrafa térmica e os demais utensílios que não sei o nome.

Rio de La Plata, que se transforma em praia para os moradores (e turistas ) de Montevideo.

Como eu comentei lá em cima, o Uruguai é um país pequeno, tem aproximadamente 3,5 milhões de habitantes, então é normal passar por cidades com apenas 15 mil pessoas. Na capital, Montevideo, vivem menos de 2 milhões de pessoas.

O país não tem religião oficial e apoia a diversidade. Inclusive, enquanto eu estava lá aconteceu a Marcha anual que reuniu 50 mil pessoas (de todas as idades, de crianças a idosos). A caminhada é promovida por coletivos LGBT, feministas e entidades que lutam pelos direitos humanos.

E pra terminar (ufa, post grande), os uruguaios adoram brasileiros! É bem comum encontrar referências brasileiras pela cidade, seja em nome de comércios, produtos…

Bom é isso, espero que tenham gostado!

Em tempo: pra que quiser acompanhar todas as minhas viagens, tá tudo na #HelenPorAí no instagram.

Alguém já viajou para o Uruguai, o que achou?

Escrito por /